


Que tal? Agora já querem ir para o PNEC?





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É claro que nos conhecemos e temos plena consciência do que é, por norma, a nossa participação nas Janeiras. Mais do que tentar ser um grupo com um bom nível musical, queremos passar a imagem daquilo que somos: uma associação juvenil, um grupo de escoteiros, com a animação característica das faixas etárias que o compõem. Cada ano procuramos expressar o que vai na alma do grupo 40 com uma ou mais melodias conhecidas de todos, adaptando uma letra feita especialmente a propósito. Normalmente até procuramos um hit actual, que seja bem familiar à malta jovem, para facilitar a afinação geral.
Não participamos nas Janeiras por mero compromisso com a Câmara Municipal, mas sim porque gostamos de integrar a comunidade, de comparecer nesta festa que também é da vila e de mostrar a todos que temos orgulho em não ser apenas um grupo de escoteiros, mas em ser um grupo de escoteiros de Palmela.
Reconhecemos que a organização nunca foi o nosso forte neste evento, nem tão pouco a qualidade musical.
Se o nosso empenho ficou “aquém das expectativas”, se as nossas letras não estavam ao nível das de todos os outros grupos participantes, se a nossa desorganização foi de tal ordem que merece ser alvo de crítica, as nossas desculpas. Tentaremos para o ano melhorar a nossa performance.
Agora, se nos permitem, a reportagem do JPN não nos caiu propriamente no goto. Num ano em que temos como grande objectivo aumentar o efectivo do grupo, quando queremos valorizar o nosso impacto na comunidade local e quando, em auto-avaliação, achámos que tínhamos superado o ano anterior, parece-nos pouco justo o que foi escrito.
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Agora, tenham medo… tenham muuuito medo!
A saída de campo que se fez com a Tribo, teve os seus momentos bons… e os seus momentos muito bons! Diria até que teve momentos magníficos, não fosse a grande falta de um meio de gravação áudio, que tanta falta fez nos recantos mais obscuros do aqueduto da Arca d’Água.
Bem, comecemos pelo princípio. O percurso iniciou
Ponto alto do dia (pelo menos para quem esteve presente e assistiu a tudo sem que se soubesse da sua presença): aqueduto da Arca d’Água.
Custa a querer que, depois de tantos anos, a Serra ainda surpreenda grande parte dos escoteiros. Este aqueduto tem tudo para surpreender: é completamente escuro (salvo uma pequena entrada de luz a meio), estreito, apertado, frio, cheira terrivelmente mal a excrementos de morcego… e tem morcegos. Para piorar, desta vez até teve duas mensagens deveras importantes lá dentro e, entre elas, dois dirigentes manhosos, prontos para agravar o cenário horripilante…
Foi o delírio! Uma autêntica luta com aquela coisa chata… assim… tipo… um receio esquisito!
E que fique aqui registado que as patrulhas júniores deram uma valente abada às séniores no que diz respeito à “nhufa”!
Ora, reparem bem nas caras reluzentes do suor destes valentões, já depois de se terem dado conta de que afinal não estavam sozinhos…

E não foi do calor que lá estava dentro, acreditem.
Depois as frases eram fascinantes: “Sei lá se pode vir dali, assim, um urso!”, “Eu ouvi! Eu ouvi uns calções!”, “’Tá ali alguém! Ai não, é uma colmeia… de andorinhas!”
Cá estão dois “piquinitos” para quem não teve oportunidade de os ver de perto… ou coragem de olhar para cima!

Bem, depois da aventura, os trilhos levaram as patrulhas ao Zimbral.
Afinal de contas, ninguém esperava pela partida do aqueduto. Era altura de voltar a mostrar a sua bravura com os pés bem assentes na terra!
Esperava-os o magusto e um slide artisticamente montado pelo Madaleno, o “Rei das Moscas Amestradas” (perdoa-me, Fifos, tinha de pôr esta!). Não fosse a Sénior se ter desorientado e tudo tinha terminado à hora prevista. Assim sendo, a tarde foi prolongada até ser noite cerrada.
